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maio 01, 2011

Ayrton Senna

 
Há 17 anos, morria Ayrton Senna, após sofrer acidente no Grande Prêmio de San Marino, em Imola. Tricampeão mundial de Fórmula 1 - venceu em 1988, 1990 e 1991 -, o brasileiro teve uma das mortes que mais comoveram o País.
Em 1º de maio de 1994, o então piloto da Williams perdeu a direção do carro e colidiu com o muro a 300km/h, na curva Tamburello. Ele liderava a prova, com Schumacher em segundo lugar. A luta dos médicos para mantê-lo vivo durou 17 minutos. Senna foi declarado morto às 18h40 local (13h40, de Brasília), no Hospital Maggiore, em Bolonha.
No Brasil, 250 mil pessoas acompanharam o enterro do ídolo no dia 5 de maio, no cemitério do Morumbi. Mais de cem mil pessoas passaram pelo velório, no salão nobre da Assembléia Legislativa de São Paulo. Seu caixão foi levado ao túmulo por 15 pilotos e ex-pilotos, entre eles Émerson, Wilson e Christian Fittipaldi, Rubens Barrichello, Alain Prost, Jackie Stewart e Gerhard Berger.
Tendo iniciado no esporte com um kart ganhado do pai, Senna viveu momentos épicos na principal categoria do automobilismo, destacando-se especialmente a rivalidade com Alain Prost, quando eram companheiros de McLaren.
"O kart me deu muitos momentos de prazer e excelentes recordações. Nunca uma pilotagem foi tão divertida e ali aprendi muita coisa. Muito do que aprendi na F-1 são provenientes do aprendizado nos karts", dizia o brasileiro.
Senna estreou na F-1 pela Toleman, depois passou por Lotus, McLaren e disputou três corridas pela Williams. Ao longo de dez temporadas, conquistou três campeonatos mundiais, 41 vitórias e 65 poles. Antes disso, porém, ele havia sido campeão da Fórmula Ford e Fórmula 3.

Em Ímola, o melhor piloto do mundo
acelerou, bateu e morreu.

Ninguém simboliza melhor a comoção que tomou conto do mundo que a imagem de Alan Prost chorando num dos boxes de ímola. Não era o choro de um torcedor, mas de um rival, o maior de todos em dez anos de brigas dentro e fora das pistas, um alterego de Ayrton Senna na Fórmula 1. Na manhã de domingo, minutos antes de entrar pela última vez no cockpit de sua Williams, Senna encontrou-se com o ex-adversário, deu-lhe um tapinha nas costas e comentou: "Prost, você faz falta". Horas mais tarde, cercado pelos jornalistas, o francês não conseguiu retribuir a gentileza. "Estou consternado demais para falar", limitou-se a dizer, com lágrimas nos olhos. 
"Com a força da sua mente, seu instinto e, também com sua experiência você pode voar alto." Ayrton Senna.
Para sempre em nossos corações.


Um comentário:

Allegro Moderato disse...

Sim, o poema Ayrton Senna é meu.

Se quizer postá-lo no seu blog, tudo bem !

Obrigada !