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agosto 01, 2013

Alimento mágico!


O dia 01 de agosto é o dia Mundial da Amamentação. O aleitamento materno exclusivo é considerado indispensável nos primeiros seis meses de vida da criança, tanto para o desenvolvimento físico como emocional. Sabemos que o leite materno supre todas as necessidades nutricionais do bebê. Até os seis meses de vida, os nossos pequenos não têm necessidade de nenhum outro alimento, nem sequer água ou chazinhos. O leite, sozinho, é suficiente para garantir uma nutrição perfeita. Mesmo após os seis meses, o leite continua oferecendo as bases para o desenvolvimento infantil com os nutrientes essenciais e energéticos, ajudando a prevenir a desnutrição e as deficiências de micronutrientes. Ele contém nutrientes e enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e provêm tudo o que a criança necessita no seu comecinho de vida.
O ideal é que é se amamente por, no mínimo, um ano. O leite é um alimento rico em imunoglobulinas, fatores de defesa que protege o bebê contra várias doenças. Um bebê que mama está menos suscetível a doenças.
Estudos comprovam que esse alimento natural aumenta o QI, promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, melhor resposta às imunizações e melhor equilíbrio emocional. 
Como não ser mágico se é totalmente livre de contaminação, vai diretamente da mãe para o filho, não precisa de esterilização e vem na temperatura ideal?

Estava vendo uma matéria; um estudo publicado recentemente na revista American Journal of Clinical Nutrition sobre as 700 espécies diferentes de bactérias que estão presentes no colostro e que vão definir para sempre a flora do tubo digestivo do bebê, mas esse é um assunto para o próximo post.

fevereiro 14, 2013

Happy Valentines

O dia 14 de fevereiro é o dia dos namorados para os americanos dos EUA e alguns países da Europa e Ásia. Chamado de Valentine's Day, é uma data para celebrar o amor. Foi criada para homenagear "St. Valentine". Mas quem foi "St. Valentine"? Bom, isso ninguém sabe ao certo mas dizem que foi um religioso que ajudou a unir duas pessoas. Essa foi apenas uma versão que encontrei.
Nessa data, as lojas vendem cartões, as pessoas compram esses cartões ou escrevem cartas e oferecem a pessoa amada, não necessariamente namorados. As crianças por exemplo fazem seus cartões e entregam para professores, amigos, parentes. Normalmente os cartões são acompanhados de doces, flores, ou outros presentes mais elaborado. Acho que tudo que celebra o amor deve ser compartilhado.

outubro 27, 2012

Scarborough Fair

Scarborough é uma pequena cidade na costa da Inglaterra. O "Scarborough Fair" foi uma reunião popular na época medieval, atraindo comerciantes e artistas de todo o país. A feira durou 45 dias e começou no dia 15 de agosto. Em 1600, as águas minerais foram encontrados em Scarborough e tornou-se uma cidade turística. Hoje, Scarborough é uma cidade tranquila, com uma história rica.
Na Inglaterra medieval, isso se tornou uma canção popular como Bardos iria cantá-la quando viajavam de cidade em cidade. O autor da canção é desconhecido, e muitas versões diferentes existem. A versão tradicional tem muito mais letras.
Paul Simon ouviu falar dessa música quando ele estava em turnê na Inglaterra, onde ouviu uma versão de um cantor popular popular chamado Martin Carthy. Quando Carthy ouviu a versão de Simon & Garfunkel, ele acusou Simon de roubar seu arranjo. Carthy e Simon não se falaram até 2000, quando Simon pediu a Carthy para cantar com ele em um show em Londres. Carthy resolver esquecer suas diferenças e fez o show.
Paul Simon admitiu em 2011 na edição de julho da revista Mojo:. "A versão que eu estava cantando era definitivamente o que eu conseguia me lembrar da versão de Martin, mas ele não ensinou isso para mim Realmente, foi apenas ingenuidade de minha parte que nós não demos os créditos ao seu arranjo na turnê. Mais tarde, a editora de Martin entrou em contato comigo e fizemos um acordo financeiro bastante substancial que eles iriam dividir com Martin, mas depois fiquei sabendo que Martin não tinha nada. "
A letra é sobre um homem tentando alcançar o seu verdadeiro amor. Em tempos medievais, as ervas mencionadas na canção representado virtudes que eram importantes para as letras. Salsa era conforto, o sábio era força, era o amor de alecrim e tomilho era a coragem.
Ela não foi lançada como single até 1968, quando foi usada no filme The Graduate - com Dustin Hoffman. É a trilha sonora.

setembro 23, 2012

El Quetzal

Estava postando uma foto no Facebook e achei interessante a árvore, imaginando que talvez pudesse ser uma Oliveira, mas isso acabou ficando de lado quando meu primo Luiz Felipe me chamou a atenção para o pássaro.
É mesmo uma ave muito bonita, mas muito difícil de encontrar. 
Vive na Guatemala e em partes da América Central, é considerada desde 18 de novembro de 1871 como um símbolo nacional da Guatemala. Representa os mais altos dignitários religiosos ancestrais maias.
Este pássaro tão valorizado pela civilização maia representa a liberdade e é caracterizada por seu peito bonito e plumagem abdômen vermelho e carmesim brilhante verde.
Na Guatemala, estão bem estabelecidos seis regiões geográficas: Huehuetenangoa, Quiché, Alta Verapaz, Zacapa, parte norte de El Progreso e Izabal.
Em 1979, a Universidade de San Carlos da Guatemala estabeleceu um refúgio para o Quetzal em Baja Verapaz, em terreno doado pela Empresa Municipal de Salama, perto da estrada de Coban. Este lugar é conhecido como o Biótopo Quetzal . Um biótopo é uma região com biológica, ecológica e horizontal para assegurar a sobrevivência de um animal, no presente caso, o Quetzal. Este biótopo é uma casa para quetzals e outras espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção. É proibido caça e predação.
Pelo desmatamento e predadores foi ameaçada a ave símbolo desse país, El Quetzal, assim que migrou para uma reserva própria na natureza localizada entre municípios de Purulhá e Salama, Baja Verapaz. 
Desculpem meus erros, não encontrei páginas traduzidas.
Encontrei também esse livro com o ensaio fotográfico pelo famoso fotógrafo de arte, Ricky Lopez Bruni (nascido na Guatemala). El Quetzal, pássaro nacional da Guatemala. O pássaro, valorizado pelas culturas pré-colombianas mesoamericanas, é considerado uma das aves mais bonitas do mundo. Em adições às fotografias do fotógrafo incluiu a iconografia pré-colombiana e estudos ecológicos sobre o habitat, a migração, e da vida cotidiana da ave na natureza.

setembro 20, 2012

Cores que aquarelam. Flores que primaveram.

O movimento de translação (deslocamento da Terra em torno do Sol), juntamente com a inclinação do eixo terrestre em 23°27’ em relação ao plano orbital, é responsável pela variação de energia solar que atinge a superfície terrestre em uma determinada época do ano. Esse fenômeno é responsável pelas estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.
A primavera é a estação do ano que tem início com o fim do inverno. No Hemisfério Sul, a primavera começa no dia 23 de setembro e termina no dia 21 de dezembro; no Hemisfério Norte, essa estação inicia no dia 22 de março e termina em 21 de junho.
A principal característica da primavera é o reflorescimento da flora, sendo considerada a estação mais florida do ano. Esse período é marcado por belas paisagens formadas pela natureza, com uma grande diversidade de flores, tais como orquídeas, jasmim, violeta, hortênsia, crisântemo, entre outras.
A temperatura durante a primavera é bastante agradável. No entanto, é importante ressaltar que essas estações são bem definidas apenas na Zona Temperada do Norte (entre o Círculo Polar Ártico e o Trópico de Câncer) e na Zona Temperada do Sul (entre Círculo Polar Antártico e o Tropico de Capricórnio).

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia

Já que a primavera está chegando resolvi postar um lindo poema da Cecília Meireles.
É pra ficar com o coração florido.
Um grande beijo a todos.

Primavera
Cecília Meireles


A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.


Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.

abril 06, 2012

Shih-Tzu

Há uma lenda que define o Shih Tzu como sendo o símbolo do amor impossível entre uma princesa chinesa e um mongol (povo predominante no Tibet). Segundo essa lenda, diante da impossibilidade de realizarem o casamento, o casal resolveu cruzar um legítimo representante da China (o Pequinês) com um de Lhasa (capital do Tibet), este seria o Lhasa Apso. Da união das raças surgiu o Shih Tzu, simbolizando tudo o que há de melhor nas duas culturas e o amor entre os dois povos.
O desenvolvimento da raça é em grande parte devido ao amor de uma das imperatrizes chinesas (Tsé-hi), que durante toda a vida sempre foi cercada por seus cães. Segundo historiadores da raça, os cães da imperatriz eram mantidos num imenso pavilhão de mármore, cercado por cuidados extremos e tendo à disposição uma legião de eunucos, cuja obrigação era zelar pelo seu bem estar.Foi a partir de 1928 que os Shih Tzus passaram a fazer parte das ricas casas das famílias abastadas da China e de algumas poucas famílias no ocidente. Nesta época, no entanto, não havia um único nome para a raça. Eram chamados de Lhasa Terrier, Tibetan Poodle ou Caniche Tibetano, Lhasa Dog e até Cão-crisântemo, o que gerou inúmeras confusões entre os criadores e historiadores, uma vez que eram frequentemente confundidos com o Lhasa Apso. Esta confusão só foi solucionada em 1934, quando a Tibatan Breed Association definiu claramente as diferenças entre ambos: o Lhasa Apso deveriam ser mais compridos e com a cana nasal mais longa do que os Shih Tzus.
Extremamente dóceis e apegados ao contato humano não são do tipo que exige afagos o tempo todo e muitas vezes pode até se mostrar mais independente, como o seu parente Lhasa apso. Por essa característica também são mais aptos a ficarem por mais tempo sozinhos, sem destruir a casa ou latir em excesso.
Os Shih-Tzus existem em qualquer cor ou mescla de cores, mas é altamente desejado que os exemplares tenham uma marca branca na cabeça. 

fevereiro 14, 2012

Dia dos Namorados em fevereiro?

No Brasil, o Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho - para os católicos, véspera do dia dedicado a Santo Antônio, também conhecido pela fama de "casamenteiro". Mas em boa parte do mundo, principalmente em países do hemisfério norte, a data é celebrada em 14 de fevereiro, naquele que é denominado Dia de São Valentim. Mas você sabe como tudo começou? E qual o motivo de em nosso país comemorarmos esse dia em uma ocasião diferente da maioria dos outros povos?


Segundo o psicólogo, pesquisador e especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida, as origens do Dia dos Namorados estão no século IV a.C., com a festa romana feita em homenagem ao deus Lubercus, o Festival de Lupercalia. Naquela época, o festival, que ocorria em fevereiro, servia para que a população pedisse proteção aos pastores e abundância nas colheitas. Contudo, durante a festa, havia um jarro de cerâmica com os nomes das moças da região para que os rapazes pudessem escolher quem seria a companheira para as festividades do dia e de outros eventos até o próximo ano. Alguns pares, em função da convivência e da proximidade, apaixonavam-se e acabavam se casando.

"Este festival durou cerca de 800 anos, porém foi alterado com o surgimento do cristianismo: ao invés dos nomes das moças, a Igreja Católica começou a usar os nomes dos santos. O deus homenageado também foi trocado. Lubercus era um deus pagão e, portanto, impróprio para a ideologia cristã. Foi em função disso que surgiu a ideia de santificar o presbítero Valentim", explica Almeida.

Porém, a substituição não foi tranquila. Naquela época (aproximadamente no século II d.C.), o imperador romano Claudius não suportava e ideia de que São Valentim pudesse ser mais popular pregando a existência de apenas um Deus, pois, na visão dele, tal popularidade poderia tirá-lo do poder. Além disso, achava um desrespeito com os deuses romanos a ideia de haver um único Deus, e proibiu o casamento para que os soldados não sentissem saudades de casa. As pessoas que negavam o politeísmo, inclusive São Valentim, eram perseguidas, aprisionadas e torturadas.

Mesmo assim, havia aqueles que não concordavam com o imperador. "Os apaixonados encontraram refúgio no presbítero Valentim. Ele havia sido o único no Império que continuava a celebrar casamentos", conta Almeida. Mas, quando o imperador descobriu a audácia de Valentim, colocou-o na prisão. Contudo, mesmo encarcerado o presbítero continuou a realizar conversões e a louvar a Deus, o que levou Claudius a querer decapitá-lo.

Diz a lenda que, antes de morrer, no dia 14 de fevereiro de 269 d.C. (na véspera do Festival de Lupercalia), Valentim se disse apaixonado pela filha do guarda da prisão, que era cega. A moça levava refeições diariamente para os prisioneiros e foi ela quem recebeu a última carta de Valentim, que, ao se despedir, fez com que ela pudesse enxergar. Na carta de despedida estava assinado: "seu eterno Valentim" (frase que ainda é impressa em cartões do dia de São Valentim).

Mesmo sendo a data mais reconhecida em todo mundo para comemorar o dia dos apaixonados, há vários países que comemoram o amor dos casais em ocasiões diferentes. Afinal, como outras histórias, esta não chegou a ser difundida em todas as culturas. No Brasil, por exemplo, até 1949 não existia data no calendário para festejar o romance entre namorados, pretendentes e apaixonados.

De acordo com Thiago de Almeida, apesar do dia 12 de junho ser exatamente a véspera do dia de Santo Antônio, o fato do dia dos namorados ser em junho tem relação com a questão comercial - até então, esse era um mês de mercado pouco aquecido, considerado o mais fraco para o comércio. "Para melhorar as vendas, um publicitário de nome João Dória, ligado à agência Standard Propaganda, lançou, a pedido da extinta loja Clipper, uma campanha para melhorar as vendas de junho. A campanha, com o apoio da Confederação do Comércio de São Paulo, consistiu na mudança do dia de São Valentim para o dia 12 de junho com o slogan: 'não é só de beijos que vive o amor'", relata o pesquisador.

A campanha publicitária fez com que as vendas subissem consideravelmente. A data foi criada pelo comércio paulista e depois assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito que o dia de São Valentim tem no Hemisfério Norte e, é claro, incentivar a troca de presentes entre os enamorados.


Site- Notícias.Terra.


 Em Damasco, na Síria
 Nas Filipinas
Jacarta, na Indonésia
Em Karachi, no Paquistão
Manhattan, EUA
 
 Tókio, no Japão
Xangai, na China


maio 14, 2008

Superstições à mesa




  • Vinho derramado é alegria. Sal derramado é mau agouro. Farinha no chão é sinal de fartura. Dinheiro em mesa de comida é sinal de miséria.

  • Donzela não serve sal, não corta galinha, nem passa o paliteiro.

  • Beber o que restou do copo de alguém é uma maneira de ficar sabendo seus segredos.

  • Pegue o prato com a mão direita e devolva com a mão esquerda. A direita é de bênção para o prato cheio e a esquerda, de maldição para o prato vazio.

  • Nunca se oferece nem o primeiro nem o último bocado.

  • Mesmo que haja um convidado à mesa, o primeiro pedaço deve ser oferecido ao dono da casa para não desejar sua morte. Se ele recusar, o perigo passou.

  • Quando uma panela deixa a comida queimar várias vezes, fica viciada. O melhor é colocá-la de lado, como imprestável.

  • Só uma pessoa mexe a comida, senão ela fica sem gosto.

  • Não se deixa a colher dentro da panela nem descansando na borda. Isso atrasa a comida.

  • Não se pragueja para acender o fogo porque isso chama o demônio para ajudar.

  • Mexe-se da direita para a esquerda primeiro. Depois, ao contrário. Não se mexe a comida com faca porque faz mal.

  • Não se passa o sal diretamente para a mão de quem pede. Dá azar. Deve-se colocá-lo na mesa.

Gostei muito, por isso resolvi publicar aqui no meu blog!

Um beijo a todos.

Informações obtidas no site: www.correiogourmand.com.br