Esse post começa com a definição da palavra cagaço (medo, susto, terror). A palavra é feia, mas justifica a sua utilização dentro do contexto. Aconteceu um episódio ontem que vocês não imaginam o "cagaço” que eu passei.
Fui buscar o exame de sangue do nenê, pois ele tinha consulta às 17:30.
O Paulo Roberto disse: "pode abrir?"; eu falei que não, mas acabamos abrindo. Tinha umas coisas nada boas. Mesmo sem ter feito medicina a gente se mete a entender um pouquinho né? Chegando em casa fui procurar na internet o significado das palavras que estavam no resultado do exame. Quase tive uma coisa. Leucocitose e Neutrofilia. Pesquisei como uma louca. Vejam:
Os leucócitos são a defesa do organismo contra agentes infecciosos e substâncias estranhas. Para defender o corpo adequadamente, uma quantidade suficiente de leucócitos deve estimular as respostas apropriadas, ir aonde é necessário e, em seguida, matar e digerir os organismos e as substâncias prejudiciais. Como todas as células sangüíneas, os leucócitos são produzidos na medula óssea. Eles originam-se de células precursoras (células tronco) que amadurecem no decorrer do tempo como um dos cinco tipos principais de leucócitos: neutrófilos, linfócitos, monócitos, eosinófilos e basófilos. A contagem normal de Neutrófilos para uma criança de sete anos é de 1.500 a 7.500 células por microlitro de sangue.
A contagem do Álvaro deu 16.907.
É ou não para enlouquecer...
Geralmente, a quantidade de leucócitos num determinado volume de sangue é determinada automaticamente através de um contador celular computadorizado. Esses instrumentos fornecem a contagem leucocitária total, expressa como células por microlitro de sangue, assim como a proporção de cada um dos cinco tipos principais de leucócitos. A contagem leucocitária total normalmente varia de 4.000 a 10.000 células por microlitro. Uma quantidade muito pequena ou muito grande de leucócitos indica um distúrbio.
A leucocitose, um aumento da quantidade de leucócitos, pode ser uma resposta a infecções ou a substâncias estranhas, ou ser resultante de um câncer, de um traumatismo, do estresse ou de determinadas drogas.
Quase morri de ansiedade e medo nessa espera até chegar a hora da consulta. Estava em pânico. Senti-me a menor pessoa do mundo. Controlei-me. Mantive a calma. Fui à médica e ela me explicou tudo. Foi uma infecção bacteriana muito severa que ele teve e o sangue foi colhido exatamente no auge da infecção. Aliás, ele teve uma gripe forte e parecia ter sarado. Depois de uns cinco dias ficou doente novamente. São as tais crises de asma que eu me negava a aceitar. Não queria que meu filho tivesse "isso". Acrescentando o tempo frio e extremamente seco, gripe, garganta inflamada, febre.
Só mesmo Deus para ter misericórdia e com sua mão poderosa fez com que eu ligasse para a doutora Sandra na sexta-feira, dia 26 de maio. Ela estava à caminho de São Paulo onde faz um curso uma vez por mês. Ela me atendeu prontamente, como sempre faz, medicou o Álvaro deu todas as instruções pelo celular e graças a tudo isso, iniciei o antibiótico na sexta à noite. Isso salvou a vida do meu filho.
A poderosa mão do Senhor agiu exatamente no momento certo! As considerações sobre este fato deixarei para minha querida tia América, pois ela sempre tem as palavras certas.
É ela quem vai completar esse texto.
Ela sempre está orando para mim e minha família, e, além de ter me evangelizado, tem amor sincero por mim e pelos meus filhos.
Na próxima semana farei outro exame de sangue no Álvaro e, com a graça de Deus, o resultado será outro.
Dra Sandra Regina Ramos



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