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junho 02, 2011

A mão de Deus sobre meu filho!


    Esse post começa com a definição da palavra cagaço (medo, susto, terror). A palavra é feia, mas justifica a sua utilização dentro do contexto. Aconteceu um episódio ontem que vocês não imaginam o "cagaço” que eu passei.

Fui buscar o exame de sangue do nenê, pois ele tinha consulta às 17:30.
 O Paulo Roberto disse: "pode abrir?"; eu falei que não, mas acabamos abrindo. Tinha umas coisas nada boas. Mesmo sem ter feito medicina a gente se mete a entender um pouquinho né? Chegando em casa fui procurar na internet o significado das palavras que estavam no resultado do exame. Quase tive uma coisa. Leucocitose e Neutrofilia. Pesquisei como uma louca. Vejam:
Os leucócitos são a defesa do organismo contra agentes infecciosos e substâncias estranhas. Para defender o corpo adequadamente, uma quantidade suficiente de leucócitos deve estimular as respostas apropriadas, ir aonde é necessário e, em seguida, matar e digerir os organismos e as substâncias prejudiciais. Como todas as células sangüíneas, os leucócitos são produzidos na medula óssea. Eles originam-se de células precursoras (células tronco) que amadurecem no decorrer do tempo como um dos cinco tipos principais de leucócitos: neutrófilos, linfócitos, monócitos, eosinófilos e basófilos. A contagem normal de Neutrófilos para uma criança de sete anos é de 1.500 a 7.500 células por microlitro de sangue.
A contagem do Álvaro deu 16.907.
É ou não para enlouquecer...
Geralmente, a quantidade de leucócitos num determinado volume de sangue é determinada automaticamente através de um contador celular computadorizado. Esses instrumentos fornecem a contagem leucocitária total, expressa como células por microlitro de sangue, assim como a proporção de cada um dos cinco tipos principais de leucócitos. A contagem leucocitária total normalmente varia de 4.000 a 10.000 células por microlitro. Uma quantidade muito pequena ou muito grande de leucócitos indica um distúrbio.
 A leucocitose, um aumento da quantidade de leucócitos, pode ser uma resposta a infecções ou a substâncias estranhas, ou ser resultante de um câncer, de um traumatismo, do estresse ou de determinadas drogas.
Quase morri de ansiedade e medo nessa espera até chegar a hora da consulta. Estava em pânico. Senti-me a menor pessoa do mundo. Controlei-me. Mantive a calma. Fui à médica e ela me explicou tudo. Foi uma infecção bacteriana muito severa que ele teve e o sangue foi colhido exatamente no auge da infecção. Aliás, ele teve uma gripe forte e parecia ter sarado. Depois de uns cinco dias ficou doente novamente. São as tais crises de asma que eu me negava a aceitar. Não queria que meu filho tivesse "isso". Acrescentando o tempo frio e extremamente seco, gripe, garganta inflamada, febre.
Só mesmo Deus para ter misericórdia e com sua mão poderosa fez com que eu ligasse para a doutora Sandra na sexta-feira, dia 26 de maio. Ela estava à caminho de São Paulo onde faz um curso uma vez por mês. Ela me atendeu prontamente, como sempre faz, medicou o Álvaro deu todas as instruções pelo celular e graças a tudo isso, iniciei o antibiótico na sexta à noite. Isso salvou a vida do meu filho.  
A poderosa mão do Senhor agiu exatamente no momento certo! As considerações sobre este fato deixarei para minha querida tia América, pois ela sempre tem as palavras certas.
É ela quem vai completar esse texto.
Ela sempre está orando para mim e minha família, e, além de ter me evangelizado, tem amor sincero por mim e pelos meus filhos.
Na próxima semana farei outro exame de sangue no Álvaro e, com a graça de Deus, o resultado será outro.

Informações obtidas do site www.crisedeasma.com.br
Dra Sandra Regina Ramos
Cuidando dos meus filhos desde 1993.
Pediatra, mãe, amiga,mas também atua como conselheira, psicóloga, irmã, assistente social, advogada, sempre com muito carinho, atenção, amor e dedicação.
A ela a minha humilde e pequenina homenagem!
Que Deus a abençoe.


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