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outubro 01, 2011

KARMA (CAUSA E EFEITO)

Karma (do sânscrito कर्म, transl. Karmam, e em pali, Kamma, "ação") é um termo de uso religioso dentro das doutrinas budista, hinduísta e jainista, adotado posteriormente também pela Teosofia, pelo espiritismo e por um subgrupo significativo do movimento New Age, para expressar um conjunto de ações dos homens e suas consequências.
No budismo, Kamma ou Karma é a palavra para "ato" ou "ação", e nesse sentido usa-se a palavra em textos mais antigos para ilustrar a importância de desenvolver atitudes e intenções corretas. Considera-se que por gerar carma os seres encontram-se presos ao samsara (roda das reencarnações), e portanto a última meta da prática budista é extinguir o carma.
Na visão espírita cada ser humano é um espírito imortal encarnado que herda as conseqüências boas ou más de suas encarnações anteriores. Embora Allan Kardec não tenha usado em momento algum a palavra "karma" ou qualquer de suas variações, esta veio a ser mais tarde incorporada ao jargão espírita por alguns espíritas, para designar o nível de evolução espiritual de cada indivíduo, ao qual se devem as circunstâncias favoráveis ou desfavoráveis que venha a encontrar.
No entanto, para explicar isto o espiritismo apresenta um conceito mais abrangente: a Lei de Causa e Efeito. Enquanto que normalmente o conceito de karma sugere uma dívida a ser resgatada, a lei de causa e efeito nos apresenta a idéia de que o futuro depende das ações e decisões do presente. Uma causa positiva gera uma efeito positivo, enquanto que uma causa negativa gera um efeito igualmente negativo.
O Determinismo- É a doutrina que afirma serem todos os acontecimentos –inclusive vontades e escolhas humanas – causadas por acontecimentos anteriores. Segue-se que o ser humano seria destituído de liberdade de decidir e de influir nos fenômenos em que toma parte. O indivíduo faz exatamente aquilo que tinha de fazer e não poderia fazer outra coisa; a determinação de seus atos pertence à força de outras causas, externas e internas.
É a principal base do conhecimento científico da Natureza, porque afirma a existência de relações fixas e necessárias entre os seres e fenômenos naturais: O que acontece não poderia deixar de acontecer porque está ligado a causas anteriores. A chuva e o raio não surgem por acaso; a semente não germina sem razão. Há sempre acontecimentos prévios que preparam outros: Chove porque houve primeiro a evaporação, depois a condensação do vapor e assim por diante. O mundo físico e biológico são pois regidos pelo Determinismo, principalmente no nível macroscópico. No nível mental também, os pensamentos estão relacionados aos impulsos, traços de caráter e experiências caracterizam a personalidade.
LIVRE-ARBÍTRIO:
Doutrina oposta ao Determinismo (fatalismo, Destino), que declara a vontade humana livre para tomar decisões e determinar suas ações. Diante de várias opções oferecidas por uma situação real, o homem poderia escolher uma racionalmente e agir livremente de acordo com a escolha feita (ou não agir se quisesse). Exige, portanto, capacidade de discernir e liberdade interior.
O animal e o selvagem vêem as coisas em função de sua utilidade imediata procurando sempre satisfazer seus instintos e impulsos primários; uma fruta será comida para saciar a fome. O civilizado poderá ter múltiplas escolhas para a fruta, comer, examinar microscopicamente, usar para a medicina, fazer doce, reaproveitar a casca ou a semente, etc, pois percebe-a sob múltiplos aspectos. Pode-se quando mais esclarecido, tomar uma decisão que caminho seguir.
Mas as condições mentais de um indivíduo lhes impõem limitações em seu livre arbítrio: impulsos, hábitos, vícios, inércia, modismo, etc; tolhem e diminuem a liberdade de um indivíduo. Mas não chegam a cassar ela totalmente nem eliminam as responsabilidades pelo seus atos.
(Baseado na obra de Carlos Toledo Rizzini - Evolução para o Terceiro Milênio.)
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