O grande homem é silenciosamente bom.
É genial, mas não exibe gênio.
É poderoso, mas não ostenta poder.
Socorre a todos sem precipitação.
É puro, mas não vocifera contra os impuros.
Adora o que é sagrado, mas sem fanatismo.
Carrega fardos pesados com leveza e sem gemido.
Domina, mas sem insolência.
É humilde, mas sem servilismo.
Fala a grandes distâncias, mas sem gritar.
Ama sem se oferecer.
Faz bem a todos antes que se perceba.
Rasga caminhos novos sem esmagar ninguém.
Abre largos espaços sem arrombar portas.
Entra no coração humano sem saber como.
O grande homem é como o Sol :
assaz poderoso para sustentar um sistema planetário
e assaz delicado para beijar uma pétala de flor.
Assim é
e assim age o homem verdadeiramente grande
porque é
Instrumento nas Mãos de Deus.
Dedicado a Paulo Sarti.
Um Grande Homem.

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